Cinema

Star Wars Episódio VIII - Os Últimos Jedi

Star Wars Episódio VIII - Os Últimos Jedi
Título original: Star Wars Episode VIII - The Last Jedi
Ano: 2017
País: Estados Unidos
Duração: 152 min.
Gênero: Ficção Científica
Diretor: Rian Johnson (A Ponta de um Crime, Vigaristas, Looper - Assassinos do Futuro)
Trilha Sonora: John Williams (Um Grito de Mulher, Imagens, O Destino do Poseidon)
Elenco: Mark Hamill, Daisy Ridley, Adam Driver, Carrie Fisher, John Boyega, Oscar Isaac, Laura Dern, Benicio Del Toro, Kelly Marie Tran, Domhnall Gleeson, Andy Serkis, Lupita Nyong'o, Anthony Daniels, Gwendoline Christie, Billie Lourd, Joonas Suotamo, Amanda Lawrence, Jimmy Vee, Justin Theroux
Avaliação: 7/10

Visto no cinema em 18-DEZ-2017, Segunda-feira, sala Cinemark 1 do Shopping Goiabeiras

Para o oitavo capítulo da saga espacial mais famosa da história do cinema, a tônica que domina o filme é perseguição: seja dos rebeldes pela nova ordem intergaláctica, da nova jedi Rey (Daisy Ridley) pelo novo líder maligno supremo Snoke (Andy Serkis) ou da plateia tentando entender o que está por trás das atitudes amargas do mestre jedi Luke Skywalker (Mark Hamill, em retorno de gala à tela grande). Em meio a isso tudo, Kylo Ren (Adam Driver) faz de tudo para encontrar Rey e entregá-la ao líder supremo como prova de sua lealdade ao lado negro da força, muito embora seus sentimentos por ela não sejam tão antagônicos assim. Une-se à aliança rebelde uma desajeitada nerd (Kelly Marie Tran) que faz uma inesperada parceria com o ex-stormtropper Finn (John Boyega), e que juntos com o piloto Poe Dameron (James Isaac) acabam se convertendo na esperança que poderá dar uma sobrevida aos rebeldes prestes a serem aniquilados.

Como contraponto à perseguição constante que marca a história, o diretor Rian Johnson não se faz de rogado ao trazer um lado sombrio à trajetória dos jedis, manipulando a percepção do espectador sobre o que teria acontecido no passado para que Luke se tornasse um eremita amargurado. Neste ponto Os Últimos Jedi soa como um título inadequado, que somente é justificado numa reta final marcada por um preâmbulo que fica entre a festividade de Uma Nova Esperança e a torturante indefinição de O Império Contra-ataca. A evolução dos personagens pode até não ser do gosto de todos os fãs, mas é válida dentro do que havia sido proposto no longa anterior e se mostra razoavelmente divertida (as piadinhas típicas dos novos tempos não me incomodaram). O único ponto que deixa a desejar é a trilha sonora, que soa meio introvertida diante das fanfarras dos filmes anteriores.

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