Cinema

Godzilla II - Rei dos Monstros

Godzilla II - Rei dos Monstros
Título original: Godzilla - King of the Monsters
Ano: 2019
País: Estados Unidos
Duração: 181 min.
Gênero: Ficção científica
Diretor: Michael Dougherty (Contos do Dia das Bruxas, Krampus - O Terror do Natal)
Trilha Sonora: Bear McCreary (Rota Mortal, Floresta do Mal, Boneco do Mal)
Elenco: Kyle Chandler, Vera Farmiga, Ken Watanabe, Charles Dance, Bradley Whitford, Millie Bobby Brown, Ziyi Zhang, Sally Hawkins, Thomas Middleditch, Aisha Hinds, O'Shea Jackson Jr., David Strathairn, Anthony Ramos, CCH Pounder
Avaliação: 3/10

Visto no cinema em 30-MAI-2019, Quinta-feira, sala Cinépolis 5 do Shopping Estação

Terceiro capítulo do já autodenominado Monsterverse, este filme chega depois de Kong - A Ilha da Caveira para dar sequência aos eventos de Godzilla (2014) e preparar o terreno para Godzilla Vs. Kong. A história é retomada alguns anos após o primeiro filme com o despertar da mais uma criatura gigantesca num complexo na China, provocado pelo rapto de uma cientista (Vera Farmiga) e de sua filha (Millie Bobby Brown) por um grupo de rebeldes liderado por um mercenário de objetivos obscuros (Charles Dance). A tecnologia desenvolvida pela cientista e por seu marido (Kyle Chandler) é a chave para tentar controlar os monstros. Desesperado para encontrá-las, o cara se une ao cientista japonês responsável pelo órgão de pesquisa sobre os monstros (Ken Watanabe) enquanto outras criaturas gigantescas começam a pipocar ao redor do mundo e Godzilla mais uma vez surge na superfície da Terra, o que é garantia de mais combates monstruosos de escopo gigantesco e muita destruição. Em meio à bagunça que marca o fiapo de roteiro desta sequência, que obriga o elenco a encenar passagens sem qualquer lógica e a declamar diálogos de conteúdo vergonhoso, a única coisa que se salva é o trabalho de efeitos especiais que dá vida a Godzilla e seus inimigos (ou não), aqui representados primariamente por Guidorah (a hidra de três cabeças), Rodan (o dragão sanguinário) e Mothra (uma mariposa vitaminada). A primeira metade do filme também sofre com a falta de ritmo, enquanto o diretor se preocupa em alongar ao máximo o trecho que leva ao desfecho da história. Outro problema é que os personagens humanos são desinteressantes, fiquei torcendo (em vão) para que eles morressem o mais rápido possível.

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